Posts about fotografia
Lapa
setembro 19th, 2009Quinta-feira fotografei um evento corporativo da Promove no bar Parada da Lapa e nos camarotes da Fundição Progresso. Aproveitei pra dar uma fugidinha pro terraço e fazer umas noturnas da vista. Nas pickups, DJ Montano, mostrando que a musica brasileira contemporânea tem jeito. Novidade? Vou postar fotos maiores aqui. Confere:
Eugene Hütz / Vanguart / Adam Green
agosto 31st, 2009Nessa ordem. Se você é uma das três ou quatro pessoas que aconpanham esse blog, peço desculpas pela ausência de algumas semanas. Pra compensar, posto logo dois shows que fotografei nos ultimos dias, mais o Adam Green com The Dead Trees, abrindo pro Little Joy.
Já existem milhares de resenhas sobre o show do Vanguart no circo, mas posso falar sobre o Eugene Hütz, vocalista da Gogol Bordello, que tocou na festa Go East, na Casa Rosa. O gypsy-punk da Gogol Bordello deu lugar ao DJ Eugene tocando o eletrônico dos Balcans e, logo em seguida, voz e violão. Eugene já namora o Brasil há tempos e está sempre por aqui, passeando anônimo pelas ruas de Ipanema. “[ser brasileiro] É um estilo de vida. Muito diferente de qualquer estilo de vida gringo”, diz Eugene, em inglês, mas por vezes alternando o idioma da rainha com um pouco de português e muito romanes e russo (acho que era russo. Não sei diferenciar o russo de outros idiomas semelhantes do leste europeu). A galera pegava fogo! E as chamas foram aumentando até explodir no hit Wonderlust King. Start Wearing Purple também levantou o povo.
Num mix de Balcans e Olinda, Eugene mostrou composições que ligavam as duas culturas, inclusive uma que enaltece sua nova paixão brasileira, a cachaça.
Blablablafotos:
Little Joy
agosto 15th, 2009Finalmente, Little Joy no Brasil, de novo, e eu fotografando. Eles eram os campeões no contador dos meus players de música, até o Móveis lançar o C_mpl_te, então eu sou suspeito pra avaliar o show, como fã. Mas se alguma reclamação há, é essa: Little Joy pode ser uma banda que tomou certa proporção aqui nas terras tupiniquins, mas não são o U2. Então porque raios essa coisa de limitar as fotos às três primeiras músicas?
Eu não estava trabalhando pra nenhum veículo de imprensa. Eu era fotógrafo da casa, logo, não me encaixava exatamente na classificação de imprensa. Mas ontem à noite, não era não. Nem eu, nem a casa sabíamos dessa restrição. Na verdade nem sei se ela de fato existia previamente, ou passou a existir num surto de estrelismo dos produtores da banda. Se eu soubesse disso, Teria dado o máximo nessas três músicas, nas quais o Moretti estava debaixo de uma luz péssima (veja o flickr e perceba a ausência do stroke na maioria das fotos). Quando a luz ficou maravilhosa, Moretti esticando a guitarra pra frente e a galera tocando, coisas legais acontecendo no palco a todo momento, já era a quarta música. Literalmente. Na quarta música, falando de luz, o clima mudou e os tons avermelhados (que não desprezo, mas demais estraga) deram lugar a uma luz muito melhor planejada e executada. Azar o meu. Ou deles. Falei com o Amarante depois, que mostrou interesse em usar as fotos. Ele só ainda não sabe que teria fotos muito melhores se eu não fosse boicotado.
Enfim, reclamação feita. E reclamação que só fotógrafos vão entender. Fora isso, o show foi ótimo! Depois do boicote fiquei no palco, na mesa de som, dançando “Brand new start” com a Marcela, da banda Velho Irlandês, que será a próxima banda a estourar (Olha a moral, VALEW), mas ela prefere “Next time around”. Vou preparar uma postagem pro The Dead Trees também. Não sei finalizar textos, por isso uso fotos pra isso:






















